Perder peso: comida atrasada deixa quilos grudados

Munique (The-Health-Site.com) - Perder peso é uma tarefa difícil. Não só a quantidade de calorias, mas especialmente o tempo em que são tomadas, desempenham um papel importante. Pesquisadores do Hospital Brigham and Women (BWH) descobriram agora esta associação. Quanto mais tarde um homem come, pior ele se livra de seus quilos.

Perder peso: comida atrasada deixa quilos grudados

Munique (The-Health-Site.com) - Perder peso é uma tarefa difícil. Não só a quantidade de calorias, mas especialmente o tempo em que são tomadas, desempenham um papel importante. Pesquisadores do Hospital Brigham and Women (BWH) descobriram agora esta associação. Quanto mais tarde um homem come, pior ele se livra de seus quilos. "Este é o primeiro estudo mostrando que o tempo de comer pode prever a eficácia da perda de peso", diz o Prof. Frank Scheer, autor sênior do estudo.

"Early Eaters" perdem quilos

Os cientistas estudaram 420 participantes com excesso de peso que passaram por um programa de emagrecimento de 20 semanas. Eles foram divididos em dois grupos: os "Early Eaters" e os "Late Eaters". Os sujeitos foram capazes de decidir por si mesmos se consumiam a refeição principal antes ou depois das 3 da tarde. Naquela época, eles consumiam cerca de 40% da ingestão diária de calorias. "Os comedores finais perderam significativamente menos e muito menos peso do que aqueles que comeram mais cedo", disse Scheer.

Os comedores finais também consumiram menos calorias no café da manhã do que o outro grupo, ou até mesmo perderam o café da manhã. Com as refeições menores, o horário da refeição não importava para o sucesso do cliente. Além disso, os comedores tardios tiveram menor sensibilidade à insulina - um fator de risco para diabetes tipo 2.

Outros fatores sem peso

Os pesquisadores também analisaram outros fatores que são importantes para a perda de peso: o total de calorias consumidas, a quantidade de hormônios do apetite leptina e grelina e a duração do sono. Quanto a esses fatores, os pesquisadores não encontraram diferenças entre os dois grupos. "Novas estratégias terapêuticas devem se concentrar não apenas na ingestão de calorias - como é feito tradicionalmente - mas também no momento da alimentação", conclui a professora Marta Garaulet, autora principal do estudo da Universidade Espanhola de Múrcia. (Em)

Fonte: Garaulet, M. et al., International Journal of Obesity, 29 de janeiro de 2013;


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